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terça-feira, 29 de maio de 2012

Companhia de Trânsito passa a utilizar novo aparelho, em Aracaju


Etilômetro passivo vai registrar sinais de embriaguez com mais agilidade.
Aparelho detecta álcool no ambiente.

Condutor não precisa encostar no aparelho (Foto: Reprodução/TV Sergipe)
Condutor não precisa encostar no aparelho
(Foto: Reprodução/TV Sergipe)
Para reforçar a prevenção contra a imprudência no trânsito de Aracaju, um novo tipo de aparelho passa a ser utilizado pela Companhia de Policiamento de Trânsito, (CPTRAN).

O Etilômetro Passivo vai ajudar a descobrir, com mais agilidade, a embriaguez do condutor.

Uma blitz educativa foi realizada, na Orla da Atalaia, para a os primeiros testes com o novo equipamento que traz novidades.

Não é necessário encostar e muito menos soprar para saber o resultado. O hálito do condutor já denuncia.

O novo equipamento não mede a concentração de álcool, apenas indica se a pessoa está embriagada ou não. Segundo o comandante da CPTRAN, capitão Machado, o aparelho deve garantir mais agilidade na hora da fiscalização.
É uma ferramenta muito importante e eficaz que de maneira rápida detecta os motoristas que realmente ingeriram bebida alcoólica, pois com ele conseguimos detectar o álcool no ambiente.

Veja aqui o vídeo da reportagem (SE TV 1ª edição): http://globotv.globo.com/tv-sergipe/se-tv-1a-edicao/v/companhia-de-transito-passa-a-utilizar-novo-aparelho-em-aracaju/1944787/

Veja mais informações sobre o etilômetro BAF-300 com teste passivo e os tipos de testes existentes:

Informações sobre os BAFÔMETROS

Informações sobre os BAFÔMETROS


ETILÔMETRO E ETILOTESTE - O QUE SÃO?

Etilômetro é o nome técnico, dado pelo INMETRO, para o bafômetro que é aprovado de acordo com o Regulamento Técnico Metrológico - RTM-006/02. Somente após esta aprovação, o etilômetro está apto a receber a HOMOLOGAÇÃO DO DENATRAN, conforme exige o CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO. E os resultados gerados por estes aparelhos, HOMOLOGADOS, constituem prova legal.

Outro termo definido pelo INMETRO é o Etiloteste, que é um bafômetro que não foi submetido à aprovação do INMETRO e nem à homologação do DENATRAN. Portanto, o resultado gerado pelo etiloteste não constitui prova legal.


BAF-300 e BDE-100
Etilômetro BAF-300 e etiloteste BDE-100


Para que o teste realizado por um etilômetro seja legal, o ar analisado deve ser aquele do baixo pulmão ou ar alveolar. Este ar só é obtido quando o indivíduo sopra o etilômetro até o final de sua capacidade respiratória.


TESTES: MANUAL, PASSIVO E QUANTITATIVO (ATIVO)

TESTE MANUAL: é o teste em que o operador do etilômetro aciona manualmente a coleta do ar a qualquer instante, não havendo garantia de que o ar coletado tenha sido o alveolar. Neste teste a coleta é feita uma única vez e o ar é coletado através do sopro num bocal descartável. O valor apresentado como resultado não pode ser considerado prova legal.

TESTE PASSIVO: é um tipo de teste manual, porém, a coleta é feita diversas vezes consecutivas, garantindo assim que além do ar existente dentro do bocal descartável, o ar ambiente também está sendo coletado. Este teste não apresenta valor medido, apenas indica se existe, ou não, álcool no ar amostrado. Assim o resultado apresentado deve ser apenas POSITIVO ou NEGATIVO e não pode ser considerado prova legal.

TESTE QUANTITATIVO OU ATIVO: é o teste em que etilômetro realiza a coleta do ar soprado de FORMA AUTOMÁTICA, sem interferência do operador. Neste teste a coleta é feita uma única vez após o término do sopro, de modo a analisar apenas o ar alveolar. Este é o único teste de etilômetro que seu resultado pode ser considerado prova legal.


BAF-300 COM TESTE PASSIVO


O BAF-300, fabricado pela ELEC, é o único etilômetro de fabricação nacional aprovado pelo INMETRO e homologado pelo DENATRAN.

O teste passivo existe em alguns modelos de equipamentos. O que é novidade é um etilômetro aprovado pelo INMETRO e homologado pelo DENATRAN ter também a função de realizar o teste passivo.

Existem no mercado etilômetros BAF-300 que realizam o teste passivo e outros que não realizam, embora exista um único modelo de BAF-300. A função para este teste está presente em todos os equipamentos, podendo ser ativada ou não, de acordo com a solicitação dos nossos clientes. Este teste originalmente foi criado para que alguns clientes pudessem verificar se o local onde seria realizado o teste estava, ou não, contaminado por álcool advindo de produto de limpeza ou advindo de outra substância.

O teste passivo é utilizado apenas para triagem de motoristas que devam ser submetidos ao teste quantitativo (ativo) do etilômetro.

A diferença entre o teste passivo realizado pelo BAF-300 e o realizado por etilotestes é que o BAF-300 tem atestada pelo INMETRO a sua capacidade de medir apenas álcool, dentro dos padrões legais de medição.

O BAF-300 não requer o uso de bocal para a realização do teste e não requer que a pessoa sopre em direção ao bocal. Basta que ela fale próximo ao etilômetro para que o ar seja captado.

O programa LEI SECA desenvolvido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro tem obtido resultado expressivo no controle da mistura álcool x volante e, neste programa também o BAF-300 está presente.

No controle aquático, onde a responsável é a Marinha do Brasil, o BAF-300 é o único etilômetro utilizado.


ELEC IND. COM. DE EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO LTDA.
www.elec.com.br




AVISO LEGAL:
Esta mensagem da ELEC, incluindo seus anexos, é destinada exclusivamente a esclarecer dúvidas, sendo o seu conteúdo de propriedade da ELEC, não podendo o mesmo ser utilizado para outro fim se não o de esclarecer. Qualquer pessoa física ou jurídica, desde já fica notificado de abster-se a divulgar, copiar, distribuir, examinar ou, de qualquer forma, utilizar a informação contida nesta mensagem, sem autorização prévia do autor, é ilegal, sujeitando o infrator às penas da lei. Caso você tenha recebido esta mensagem por engano, pedimos que nos retornem este e-mail, eliminando o conteúdo de sua base de dados, registros ou sistema de controle. Informações transmitidas por e-mail podem ser alteradas por terceiros, não havendo garantia de que sua integridade foi mantida e que esteja livre de vírus, interceptação ou interferência, não podendo ser imputada qualquer responsabilidade à ELEC com relação ao seu conteúdo.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Justiça do RS diz que recusa do bafômetro pode causar punição


Sentença é do juiz federal Rafael Wolff, da Vara Federal de Lajeado.
Na decisão, magistrado distinguiu esferas criminal e administrativa.



A Justiça Federal do Rio Grande do Sul reconheceu que o motorista suspeito de dirigir sob o efeito de álcool e que se nega a realizar o teste do bafômetro - ou ao exame de sangue - pode ser punido por infração de trânsito prevista no artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A sentença é do juiz federal Rafael Wolff, da Vara Federal de Lajeado, que distinguiu a esfera criminal, em que o acusado não pode ser punido por se negar a produzir prova contra si, da administrativa, onde isso é possível.

Com isso, a autoridade de trânsito pode solicitar o uso do bafômetro, desde que exista a suspeita de que o motorista está dirigindo sob o efeito de álcool. No caso analisado, o magistrado baseou-se no caso de um motorista abordado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) que se negou a fazer o teste e acabou não recebendo a penalidade porque não foi intimado.

Em março, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu manter a obrigatoriedade do teste do bafômetro ou do exame de sangue e rejeitar outros tipos de prova, como exame clínico e depoimento de testemunhas para se comprovar a embriaguez de motoristas ao voltante em processo criminal. O Congresso ainda analisa um projeto que altera essa decisão e torna válidos estes tipos de provas. Ainda não há data para o julgamento da validade da Lei Seca no Supremo Tribunal Federal (STF).


Fonte: Portal G1 RS

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Operação Lei Seca se intensifica em todas as regiões de Pernambuco


Agreste, Zona da Mata e Sertão receberão equipes da operação.
Na RMR, horário da fiscalização será ampliado até a manhã.


Foto: Portal G1 PE

Em quase seis meses, a Operação Lei Seca autuou, em Pernambuco, mais de 226 motoristas por embriaguez e recolheu 3.843 mil carteiras de habilitação. A situação, de acordo com a coordenação da ação, pode ficar mais complicada para o motorista que dirigir depois de tomar bebida alcoólica a partir desta semana. A operação vai se intensificar, agindo em todas as regiões do estado, nos locais com maior índice de acidentes, e ampliar o horário de fiscalização.

A Operação Lei Seca, que acontece em conjunto entre o Departamento de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE), a Secretaria Estadual de Saúde (SES) e a Polícia Militar (PM), irá funcionar com todo o seu efetivo, de 218 pessoas. No início da manhã desta quarta-feira (16), os moradores que saíram de Olinda em direção ao Recife já encontraram, na Avenida Agamenon Magalhães, uma grande blitz. De acordo com a coordenação da operação, das seis equipes que atuam na Região Metropolitana do Recife (RMR), duas estão começando mais tardes, no fim da noite, para durar até a manhã. A intenção é fiscalizar motoristas que bebem e esperam o dia amanhecer para dirigir.

“A Operação Lei Seca está com quase seis meses. Nós trabalhamos com uma estrutura de uma van, duas viaturas, uma do Detran e uma da Polícia Militar, e um guincho para cada equipe. Atualmente somos seis equipes, e vamos ter mais três, uma em cada região do estado:  Sertão,  Agreste e Mata. O número de acidentes no interior vem aumentando, já verificamos isso e já atuamos em alguns lugares”, falou o Major André Cavalcanti, coordenador executivo da operação.

O major citou, como exemplo, a grande quantidade de acidentes em cidades como Araripina, Ouricuri e Trindade, todas no Sertão do Araripe. Após uma intensificação da fiscalização, houve uma redução de quase 60% dos acidentes. “O grande objetivo da operação é salvar vidas; [...] Nós vamos atuar inicialmente nos grande polos, como Caruaru e Garanhuns. Há também os grandes eventos como o Circuito da Vaquejada, em Carpina, Limoeiro, todos esses eventos atraem um grande público motorizado e há grande quantidade de motos e acidentes”, revelou o major André Cavalcanti.


Multa
De acordo com o Detran-PE, a multa para quem for pego no teste do bafômetro é de R$ 954. “Existe um decreto em andamento no congresso para que dobre esse valor. O elemento que for autuado vai perder sete pontos na carteira”, falou Cesar Urach, gerente de Fiscalização do Detran. Se o índice no bafômetro der entre 0 e 0,14 gramas de álcool por litro de sangue, o motorista é liberado; se ficar entre 0,15 e 0,33, o condutor é autuado, responderá a processo administrativo e terá a Carteira Nacional de Habilitação suspensa.

Caso o valor for acima de 0,34, além das punições anteriores, a pessoa responderá a um inquérito por crime de trânsito. “Se não fizer o teste, é uma recusa, e a gente vai considerar que ingeriu álcool. Então terá mesma penalidade da constatação", concluiu Urach.


Fonte: Portal G1 PE


quarta-feira, 25 de abril de 2012

Recife lidera testes de bafômetro nas capitais no 1º trimestre

Rio de Janeiro é campeã em número de motoristas que se recusam a fazer o exame. São Paulo foi a que mais aplicou multa por embriaguez ao volante.


elec_baf300Recife foi a capital brasileira que mais aplicou testes de bafômetro (68.373) em motoristas abordados pela Operação Lei Seca nos três primeiros meses deste ano. O Rio de Janeiro foi a cidade em que os motoristas mais se recusaram a fazer o exame (6.567) no mesmo período. Dona da maior frota do país, com quase 7,2 milhões de veículos registrados, São Paulo foi a que mais multou por embriaguez ao volante: 3.564.

O levantamento foi feito com dados relativos ao período que vai de 1º de janeiro a 31 de março. Eles foram fornecidos por departamentos de trânsito (DETRAN) e governos de 19 estados e do Distrito Federal. Apenas os dados dos estados de Amazonas, Amapá, Santa Catarina, Piauí, Pará, Alagoas e Rio Grande do Norte não foram fornecidos.

A fiscalização da lei seca é feita de forma descentralizada, e cada estado coordena a operação de forma separada. Os dados  deste ano indicam que a descentralização gera números discrepantes pelo país. Enquanto alguns estados têm fiscalização intensiva e aplicação de muitas multas, em outros o controle de motoristas embriagados multou apenas algumas dezenas de infratores durante os três meses.

Nas cinco capitais que mais multaram, estão 75% de todas as notificações. E a soma do total de multas aplicadas por todas as outras capitais não chega nem ao número de multas aplicadas apenas por São Paulo. Em relação ao número de testes de bafômetro, apenas os aplicados por São Paulo, Rio e Recife equivalem a 81% de todos os exames feitos nas capitais.

Enquanto mais de 50 mil pessoas fizeram o teste do bafômetro em Recife, no Rio e em São Paulo, por exemplo, apenas 90 motoristas fizeram o exame em João Pessoa, e 43 foram submetidas ao teste em Palmas, segundo a coordenação da lei seca desses estados. Enquanto mais de mil foram multados por embriaguez ao volante em Vitória (na região metropolitana), em Fortaleza ou em Brasília, apenas 22 receberam multas em São Luís e somente 34 foram multados em Salvador.

               Multas                             Exames                               Recusas
1º - São Paulo 3.564
2º - Recife 2.410
3º - Vitória 1.315
4º - Brasília 1.300
5º – Fortaleza 1.104
1º - Recife 68.373
2º - São Paulo 60.485
3º - Rio de Janeiro 50.893
4º – Goiânia 11.024
5º - Vitória 9.308
1º - Rio de Janeiro 6.567
2º - Recife 1.951
3º - Vitória 885
4º - Goiânia 539
5º - Rio Branco 506


 

 

 


Multas

Mais de 12 mil motoristas foram multados nas capitais brasileiras por dirigirem embriagados entre janeiro e março deste ano, o equivalente a 5,7% dos condutores que passaram pelo bafômetro. A capital com o maior número de pessoas multadas foi São Paulo, onde 3.564 motoristas receberam a notificação, segundo a Polícia Militar, o equivalente a 27% das multas do país. São Paulo também tem a maior frota de carros do país, com 7,2 milhões de veículos e 5,6 milhões de motoristas habilitados, segundo dados do DETRAN-SP.

O total de multas registradas na cidade equivale a 5% dos motoristas submetidos ao bafômetro. Em média, cerca de 20 mil pessoas fizeram o exame em cada um dos três primeiros meses do ano nas blitze de São Paulo.

Recife ficou em segundo lugar no total de notificações, com registro de 2.410 multas por constatação de que o motorista havia bebido antes de dirigir (quase 19% das multas de todas as capitais), segundo a Secretaria de Saúde do estado. Vitória, Brasília e Fortaleza aparecem em seguida na lista, todas com mais de mil multas, cada uma delas, no primeiro trimestre.

Do lado oposto da tabela, São Luís foi a capital com menor registro de casos de embriaguez. Apenas 22 motoristas foram flagrados infringindo a lei seca entre janeiro e março, segundo o Centro Integrado de Operações de Segurança. A cidade tem uma frota de 981 mil veículos, e não foi informada a quantidade de motoristas que fizeram o teste do bafômetro.

A quantidade de registro de multas em Palmas, em Salvador, em Boa vista, em João Pessoa e em Aracaju também foi baixa. Em nenhuma dessas capitais o total de multados por embriaguez chegou a cem motoristas nos três meses analisados.


Exames

Quase 222 mil motoristas das capitais brasileiras foram submetidos ao exame do bafômetro no primeiro trimestre desse ano, segundo o levantamento realizado pelo G1. A maior parte dos testes, entretanto, foi realizada em apenas três cidades, Recife, Rio e São Paulo, que totalizam 81% dos exames.

Recife foi o campeão neste quesito, com 68.373 testes do bafômetro, segundo a Secretaria de Segurança, o equivalente a quase 12% de toda a frota de veículos registrada na capital pernambucana (577 mil). No total, 3,5% dos motoristas que fizeram o exame na cidade foram multados por ter sido detectada a presença de bebidas alcoólicas.

São Paulo foi a segunda capital que mais fez testes de bafômetro, analisando 60.485 pessoas, segundo a PM, o equivalente a 1% dos motoristas registrados na cidade. O Rio de Janeiro realizou 50.893 testes do bafômetro no período.

Pelo menos 3 das capitais que forneceram dados ao G1, e o Distrito Federal, não indicaram o total de pessoas que haviam feito o teste do bafômetro. Em Palmas, apenas 43 motoristas fizeram o exame nos três meses, e 26 (60%) receberam multas. Em Curitiba, apenas 208 motoristas fizeram o teste do bafômetro no primeiro trimestre.


Recusas

O total de motoristas que se recusaram a fazer o teste do bafômetro nas capitais brasileiras se aproxima bastante do total de multados por infração da lei seca. Pelo menos 11,8 mil pessoas se aproveitaram do direito a não fornecer provas contra si mesmo para se negarem a passar pelo exame do bafômetro durante o primeiro trimestre de 2012.

O Rio de Janeiro foi a capital que registrou o maior volume de motoristas que se recusaram a fazer o teste, totalizando mais da metade dos números do país nesse quesito. Somente no Rio, 6.567 pessoas se negaram a passar pelo teste, segundo dados do governo do estado, um número equivalente a 12% das pessoas que fizeram o exame no mesmo período na cidade, e 27 vezes maior do que o número de multas aplicadas pela lei seca.

Recife voltou a se destacar, ficando em segundo lugar na lista de capitais em que mais motoristas se recusaram a fazer o exame. Foram 1.951 pessoas que rejeitaram o teste na cidade.

Em São Paulo, que foi a cidade com maior número de multados pela lei seca e a segunda que mais realizou testes do bafômetro, apenas 187 motoristas se recusaram a fazer o exame. A cidade ficou em 10º lugar nesse ponto.

Fonte: Portal G1

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